Vivemos em uma sociedade onde não é interessante ser amigo, mas adversário!
Nascemos neste mundo para "vencer na vida", e toda nossa educação desde a infância é voltado a isso.NOS TORNAMOS ZUMBIS ANDROIDES
NOS TORNAMOS ZUMBIS ANDROIDES
Estudamos em colégios onde nos ensinam a servir a um sistema já pré estabelecido, praticamos esportes onde competimos para vencer, o primeiro lugar é o que vale, do segundo para baixo nem se é lembrado.
A convivência com os próprios colegas, seja na escola, faculdade ou depois em um emprego muitas vezes já é baseado na competição, competição pela garota ou garoto mais bonito, competição pela promoção no emprego, competição por cargos, competição para ver quem tem o carro do ano, competição até mesmo se o meu time é melhor do que o seu ou se o meu Deus é aquele que salva.
Nesta corrida competitiva do sistema, onde gastamos todos os nossos esforços para "vencer na vida" materialmente falando, esquecemos de cooperar, esquecemos da amizade, esquecemos de amar, esquecemos de nós mesmos.
Nesta corrida competitiva do sistema, onde gastamos todos os nossos esforços para "vencer na vida" materialmente falando, esquecemos de cooperar, esquecemos da amizade, esquecemos de amar, esquecemos de nós mesmos.
UMA SOCIEDADE ASSIM ESTÁ FADADA AO FRACASSO
Uma sociedade assim baseada na competição e longe de valores como caridade e fraternidade, fatalmente terá seus destinos terminados em guerras.
A própria história da humanidade é uma prova real disso. O homem desde que se conhece por gente, se envolveu em intermináveis guerras entre si durante todos estes séculos. No princípio, lutávamos pelas fêmeas, por comida, por território, mesmo na primitividade. Conforme a sociedade vai se tornando mais moderna, as formas de guerra também se tornaram mais modernas. Invadimos povos, saqueamos cidades, matamos pessoas, invadimos continentes inteiros e escravizamos seus habitantes, hoje, ainda invadimos países e fazemos a guerra de acordo com nossos interesses, pois os outros não importam, o que importa é somente nós, nossas necessidades e nossos interesses, não temos nenhum interesse pela necessidade do outro.
Isso começa com uma simples briga na escola, um simples bullyng, onde competimos já desde cedo, há a formação dos grupos, há a subjugação de uns por outros, guerreamos já desde cedo nas escolas, universidades, empresas e isso se reflete e se expande para nações, até as guerras mundiais. As pessoas possuem a necessidade de colocar os outros para baixo pisando nestes para se sentirem lá em cima, para se sentirem vitoriosos, elas não se interessam em serem suas amigas, isso não as tornará vitoriosas.
Todo esse comportamento desequilibrado advém dos nossos instintos primitivos para a sobrevivência desde lá do início da humanidade onde dormíamos sob o teto de cavernas, e advém também de nossa ignorância como espíritos.
Isso começa com uma simples briga na escola, um simples bullyng, onde competimos já desde cedo, há a formação dos grupos, há a subjugação de uns por outros, guerreamos já desde cedo nas escolas, universidades, empresas e isso se reflete e se expande para nações, até as guerras mundiais. As pessoas possuem a necessidade de colocar os outros para baixo pisando nestes para se sentirem lá em cima, para se sentirem vitoriosos, elas não se interessam em serem suas amigas, isso não as tornará vitoriosas.
Todo esse comportamento desequilibrado advém dos nossos instintos primitivos para a sobrevivência desde lá do início da humanidade onde dormíamos sob o teto de cavernas, e advém também de nossa ignorância como espíritos.
Temos um Post falando sobre como somos escravos dos instintos do corpo físico, e como dedicamos 100% das nossas vidas a eles, pode ser acessado aqui.
VIVEMOS PARA SATISFAZER OS INSTINTOS FÍSICOS
Precisávamos fazer parte de grupos, precisávamos ser fortes para defender nosso alimento e nossa prole, lutávamos por territórios. O mundo evolui, nossos corpos também, e nossa sociedade continua na mesma mentalidade de instintos básicos. O que precisamos agora é transcender velhos instintos, para dar abertura a novas habilidades, como empatia, cooperação, caridade, fraternidade, amizade, amor. Hoje, tudo o que fazemos para o outro, já repercute no plano espiritual e na nossa alma como carma ou darma, dependendo se fazemos o mal ou o bem, portando, competir, derrotar o próximo para vencer, já não é só desnecessário, como também é uma forma de criarmos carma para nossas vidas que teremos que resgatar nessa ou em existências futuras. Aí entra a responsabilidade por nossos atos.
Conforme vamos tendo sucessivas encarnações, criamos experiências, fazemos muito mal às pessoas, pessoas nos fazem mal, quebramos a cara, vivemos pela matéria, fazemos a guerra, matamos nossos semelhantes, vamos transformando isso tudo em uma bola de neve, mas isso é coisa de seres inferiores, primitivos ainda, ignorantes do seu espírito.
Conforme vamos tendo sucessivas encarnações, criamos experiências, fazemos muito mal às pessoas, pessoas nos fazem mal, quebramos a cara, vivemos pela matéria, fazemos a guerra, matamos nossos semelhantes, vamos transformando isso tudo em uma bola de neve, mas isso é coisa de seres inferiores, primitivos ainda, ignorantes do seu espírito.
Porém, devagar, vamos entendendo a importância de não fazer guerra, aprendemos a dar importância à amizade, ao respeito, ao amor, à fraternidade à nossa alma e a dos outros, pois aprendemos que nos prejudicamos ao fazer o mal a outro, e assim, começamos aprender a viver em harmonia com nossos semelhantes.
julho 28, 2022
competição, escravos do sistema, espiritualidade, inteligência espiritual, sociedade competitiva
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